Seu cuzinho me clama
na janta
da nossa cama,
toda suja
de rama,
e goza
ainda em chama
Agora seu
ventre se arde,
e abre-se
milimetricamente...
Para
receber-me em pleno abate
O sopro amigo te fez consumido.
Veio quietinho, bagunçando-te,
e fazendo-te sentir-se digerido
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