E s c r e vo p a r a l i b e r t a r – s e d e m i m. T r a n s c re v e n d o - m e p ar a o go z o de mi n ha c a l ma r ia
25 de outubro de 2013
Minha crioula nagô
Menina Crioula - Jorge Ben
Deixa eu cuidar de você
Minha preta pretinha
Minha princesa nagô
Crioula!
Vem cá!
Se tu confiou no seu nego
Com você que eu quero estar
Vamos falar baixinho
Para os invejosos não ouvir
Venha cá pro seu ninho
Que tá quentinho, tá quentinho...
Preta
Pretinha
Minha princesa nagô
Preta
Pretinha
Minha menina, meu amor
Vem que hoje eu estou preparado
Para te dar carinho, mansinho, e também uns amassos
Venha cá, venha cá, venha cá
Oh, minha princesa pretinha
Vêm! Que hoje eu vou te desejar
Menina
Moça
Crioula de pele escura, pele es – cura
Menina
Moça
Crioula de pele doce, doce, mais do que um do - cê
À la tih
Esperei-te no bar desejando você ligar.
Você não ligou, mas logo veio me encontrar.
Tomava um licor quando você chegou ali,
de sainha tão curtinha enquanto eu desejava te despir.
Você foi sentando e eu logo te olhando,
desejava-a para mim, arrancando sua calcinha, en - fim.
Entre umas bebidas e outras você aceitou o meu recado,
e sem pudor nem rancor fomos cultuar o Deus tarado.
Boca, pele, e a mão na coxa
Desejos, suspiros, e uma voz bem rouca
Sussurros, murros, e um lençol amassado
Meu membro veemente erguido, e você ali de quatro
Sua voz não se ouvia, mas meu membro a sentia.
Doce, suave, e com dente
Babando, chupando-o, e me deixando contente.
Naquele momento eu não sabia mais de nada,
só queria você cultuando a-na minha vara.
Sentindo a mesma m i l i m e t r i c a m e n t e
Vagando-me, sentando, e saciando a sua tara.
Para, para, para!
Não ouvi de você ali.
Mete, mete, me - ter
eu ouvia teus berros e metia à la tih.
Você não ligou, mas logo veio me encontrar.
Tomava um licor quando você chegou ali,
de sainha tão curtinha enquanto eu desejava te despir.
Você foi sentando e eu logo te olhando,
desejava-a para mim, arrancando sua calcinha, en - fim.
Entre umas bebidas e outras você aceitou o meu recado,
e sem pudor nem rancor fomos cultuar o Deus tarado.
Boca, pele, e a mão na coxa
Desejos, suspiros, e uma voz bem rouca
Sussurros, murros, e um lençol amassado
Meu membro veemente erguido, e você ali de quatro
Sua voz não se ouvia, mas meu membro a sentia.
Doce, suave, e com dente
Babando, chupando-o, e me deixando contente.
Naquele momento eu não sabia mais de nada,
só queria você cultuando a-na minha vara.
Sentindo a mesma m i l i m e t r i c a m e n t e
Vagando-me, sentando, e saciando a sua tara.
Para, para, para!
Não ouvi de você ali.
Mete, mete, me - ter
eu ouvia teus berros e metia à la tih.
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