Esperei-te no bar desejando você ligar.
Você não ligou, mas logo veio me encontrar.
Tomava um licor quando você chegou ali,
de sainha tão curtinha enquanto eu desejava te despir.
Você foi sentando e eu logo te olhando,
desejava-a para mim, arrancando sua calcinha, en - fim.
Entre umas bebidas e outras você aceitou o meu recado,
e sem pudor nem rancor fomos cultuar o Deus tarado.
Boca, pele, e a mão na coxa
Desejos, suspiros, e uma voz bem rouca
Sussurros, murros, e um lençol amassado
Meu membro veemente erguido, e você ali de quatro
Sua voz não se ouvia, mas meu membro a sentia.
Doce, suave, e com dente
Babando, chupando-o, e me deixando contente.
Naquele momento eu não sabia mais de nada,
só queria você cultuando a-na minha vara.
Sentindo a mesma m i l i m e t r i c a m e n t e
Vagando-me, sentando, e saciando a sua tara.
Para, para, para!
Não ouvi de você ali.
Mete, mete, me - ter
eu ouvia teus berros e metia à la tih.
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