30 de setembro de 2013

Tum, Tum, tá!

Preto, preta, preta, preto... Negra, negro, negro, negra... Neguinha, neguinho, neguinho, neguinha... Seu preto, sua preta, sua preta, seu preto... Escuro, marrom da cor do barro e da terra Escuro, marrom da cor do barro e da terra. Minha mão se arde pelo abate ao atabaque, e a cada batida é um intenso alarme.
Tum, Tum, tá! Tum, Tum, tá! Tum, Tum, tá!
O ritmo é meu guia, nele é onde eu me guio pelo orixá. O ritmo é meu guia, nele é onde eu guio meu pontuar . Negas, negos e quem estiverem... Cantando, dançando, comendo, bebendo... Rodando ao som do atabaque, juntos sendo guiados pelo som e pela emoção 
Tum, Tum, tá! Tum, Tum, tá!
E aí, os deuses cultuam meu luar.

Tum, Tum, tá! Tum, Tum, tá!
Aí os deuses vêm chegar.
Tum, Tum, tá! Tum, Tum, tá!
Aí eles vem me amar... A cada tum, Tum, tá! Os orixás vêm me procurar, e assim me encontrar. A cada tum, Tum, tá! Os orixás vêm me procurar, e assim me agradar. Eu faço um Tum, Tum, tá! uma contemplação do orixá Meus Deuses estão vivos, e com minha batida eles vão me ajudar.

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