Preto, preta, preta, preto...
Negra, negro, negro, negra...
Neguinha, neguinho, neguinho, neguinha...
Seu preto, sua preta, sua preta, seu preto...
Escuro, marrom
da cor do barro e da terra
Escuro, marrom
da cor do barro e da terra.
Minha mão se arde pelo abate ao atabaque,
e a cada batida é um intenso alarme.
Tum, Tum, tá!
Tum, Tum, tá!
Tum, Tum, tá!
O ritmo é meu guia,
nele é onde eu me guio pelo orixá.
O ritmo é meu guia,
nele é onde eu guio meu pontuar .
Negas, negos e quem estiverem...
Cantando, dançando, comendo, bebendo...
Rodando ao som do atabaque,
juntos sendo guiados pelo som e pela emoção
Tum, Tum, tá!
Tum, Tum, tá!
E aí, os deuses cultuam meu luar.
Tum, Tum, tá!
Tum, Tum, tá!
Aí os deuses vêm chegar.
Tum, Tum, tá!
Tum, Tum, tá!
Aí eles vem me amar...
A cada tum, Tum, tá!
Os orixás vêm me procurar, e assim me encontrar.
A cada tum, Tum, tá!
Os orixás vêm me procurar, e assim me agradar.
Eu faço um Tum, Tum, tá! uma contemplação do orixá
Meus Deuses estão vivos,
e com minha batida eles vão me ajudar.
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